Sunday, June 12, 2005

Actividades do Módulo 3 - Cátia e Elodie

Entrevista

Actividade 2

1- Nesta entrevista, a entrevistadora é a Inês Andrade e o entrevistado é o escritor Álvaro Magalhães.

2- O acontecimento que ocasionou a entrevista foi o lançamento do livro “As três pedras diabo” da colecção do Triângulo Jota (volumes 17, 18 e 19).

3- O escritor Álvaro Magalhães defende a ideia de que o cenário é secundário, o que interessa realmente é o enredo. Se a história for intensa, intrigante, surpreendente e envolvente, o local onde decorre a acção é irrelevante.

4- Apesar do autor da colecção Triângulo Jota ser já um adulto, continua a pensar como um jovem. Ele chega até a admitir que (passo a citar) “Há uma parte de mim que é tão jovem como os meus jovens leitores.” Nos seus livros ele não dá lições de moral, nem faz juízos de valor. Ele, melhor do que ninguém entende o que os jovens pensam, porque também já foi jovem, e transmite-o no papel como se de um jovem se tratasse!!

5- Futuramente, ele dedicar-se-á a um novo projecto. A história fala de um rapaz e a sua namorada, como personagens principais, à volta dos quais se desenrola a acção. Não põe, no entanto, de lado, o lançamento de um novo volume da colecção do Triângulo Jota. Para além disso tem sempre outros projectos e solicitações, ligados à poesia, ao ensaio e ao teatro.

6- Biografia de Álvaro Magalhães…

Álvaro Magalhães nasceu em 1951 na cidade do Porto, onde sempre viveu.

O escritor desde sempre se interessou muito pela literatura, enchendo os cadernos pautados com intermináveis histórias, mas foi por volta dos 11, 12 anos que, por intermédio do seu professor Órfão (Prof. De português), que percebeu que a sua verdadeira vocação era a escrita!!!! No final do ano, recebeu o seu troféu por ser o melhor aluno de Português da Sala: uma edição de “Uma Família Inglesa", de Julio Dinis. Este dia ficou gravado para sempre na memória do escritor!!!

Mas, este professor continuou a incentivá-lo na escrita, mostrando-lhe que tinha um dom que ele próprio desconhecia!!!

O escritor nunca foi bom a matemática, contrariamente ao português, vingando-se dela no livro: ”Maldita matemática!” mas, embora ainda hoje não seja muito adepto da matemática, harmonizou-se com esta disciplina, ao escrever o livro:

”Na aula de Matemática”:

“Enquanto resolves o problema

Olhas pela janela da sala

E lá fora passa a vida

Esse problema”.

O escritor via a vida, o mundo de lá de fora como um complicadíssimo exercício de matemática, e quanto mais se mentalizava disso, mais se agarrava às palavras, as suas melhores amigas.

Mas, o seu sonho de criança era ser poeta, por isso, antes de começar a escrever livros juvenis, escreveu quatro livros de poesia no início dos anos 80.

A sua carreira como escritor juvenil começou quando a sua filha começou a ler e escrever, sendo seu primeiro livro juvenil: "História com muitas letras". Daí em diante nunca mais parou e até hoje já escreveu cerca de 40 livros para os mais novos. De vez em quando, faz um ou outro livro para adultos, mas nunca se afasta muito do seu habitat natural, uma espécie de “estado de infância”, onde reina a delicadeza de percepção da vida. Esse estado, onde reina a inocência de criança e o espírito aventureiro de um adolescente, que se alimenta da sua antiga infância. Álvaro Magalhães nunca deixou sair de dentro de si a sua criança, chegando até a afirmar: “Há quem diga que enlouqueceríamos se não sonhássemos durante a noite. Eu acho que enlouqueceria se não sonhasse também durante o dia.”

Álvaro Magalhães, o autor da conhecida colecção juvenil Triângulo Jota, continua a ser um dos melhores escritores juvenis da actualidade, continuando com a escrever com o mesmo entusiasmo e a mesma humildade, dos seus tempos de adolescente, quando o Prof. Órfão lhe disse que tinha um dom.

Aqui estão as capas de alguns dos seus livros:

Actividade 3

  1. Esta entrevista vai-se desenvolver à volta de um mal-entendido. Os convidados estão trocados e, consequentemente, a entrevista que foi preparada para o Sr. Perfeito Calhau, não se adequava ao Sr. José Severino.
  1. Continuação da entrevista…

Entr. – Então Sr. Calhau…

JP – Severino, se faz favor!!!

Entr. – Desculpe, Sr. Severino (atrapalhada) … Então que mensagens costuma receber?

JP – Mensagens simples como: “Dois mexicanos se faz favor!!!” ou “Ó Zé, onde está a massa folhada?”

Entr. – Quantas mensagens recebe diariamente?

JP – Depende da “clientela”!!!!

Entr. - Desculpe?...

JP – Eu explico, se for por altura do Natal ou da Páscoa, recebo uma média de dez pedidos de 5 em 5 minutos! É uma loucura!!!!

Entr. – É muito difícil decifrar os códigos?

JP – Tirando um outro cliente que quer comprar tudo e mais alguma coisa numa simples pastelaria, é fácil de entender o que eles dizem!!!

Entr. - O que é para si ser telegrafista?

JP – Sei lá minha senhora, nunca fui telegrafista!!!

Entr. – (atrapalhada) Bom, obrigado por ter aceite o nosso convite e falado um pouco desta profissão tão interessante!!!

JP – De nada, o prazer foi todo meu!!!

3 – Na porta de José Sócrates, num dia de muito nevoeiro…

Entr. – E hoje, para a nossa rubrica Política, estamos à porta da casa do actual primeiro-ministro, à espera que este saia de casa para a reunião que vai ter com o Presidente da República Jorge Sampaio. Esperemos que o consigamos ver, porque está um nevoeiro serrado que não conseguimos ver quase nada.

(vê-se um homem, o mordomo da casa, sair com o saco do lixo)

Entr. – E aqui está, acabou de sair José Sócrates, o nosso primeiro-ministro. Diga-me Sr. José Sócrates, quais são as suas expectativas para esta reunião?

Mordomo – (atrapalhado, não ouvindo o nome que o entrevistador lhe chamara) Ai, espero que… que… que corra muito bem, que sejam todos amigos e vivam felizes para sempre!!!

Entr. – Está, portanto, a dizer que vai abdicar da ideia do aborto, não é verdade?

Mordomo – Eu? Eu lá sou homem para abdicar de alguma coisa, muito menos daquilo que não tenho!! Eu tenho nada disso, como se diz… “daborto”?

Entr. – (atrapalhado) Agora não percebi!! O Sr. vai ou não abdicar da sua opinião sobre o aborto? Vai consentir com o Presidente da República? Vai dar o braço a torcer tão facilmente?

Mordomo – Ai… lá está o senhor com essa história de abdicar!!! Eu já disse que não abdico de nada, chiça!! (enervado)

Entr. – Bom, vejo que tem qualquer coisa na mão, o que é? É alguma prenda para Jorge Sampaio? (riso irónico)

Mordomo – Isto? (olhando para o saco) Isto é lixo!!! Se você o quiser, está à vontade!!!

Entr. – Não, não obrigada, mas diga-me, como acha que está o país, nesta altura?

Mordomo – Olhe, está pior do que o conteúdo deste saco!!

Entr. – Está portanto a dizer que está mau, mas não faz nada para o mudar?

Mordomo – Porque haveria eu de fazer alguma coisa, só me pagam para passear de um lado para o outro, receber o dinheiro e despedir algum empregado caso não trabalhe como deve ser!!

Entr. – E quanto às medidas que tomou recentemente, acha que estão a dar resultado?

Mordomo – Ai não que não estão!! Despedi no outro dia a Miquelina, que era muito amiguinha do patrão, se é que me entende!! E contratei a Gertrudes! Apanhei o “Manel” Horácio a utilizar o cargo para outros fins… mas, como ele deu-me uma quantia choruda, eu calei-me!!!

Entr. – “Manel” Horácio, mas o que é que ele faz?

Mordomo – É o motorista!

Entr. – Mas para que é que o Sr. quer o motorista?

Mordomo – Para conduzir o carro, o que acha? (estupefacto)

Entr. – Mas para que é que um primeiro-ministro quer subornar um motorista?

Mordomo – Quem é que falou no Sr. ministro?

Entr. - Mas você não é o Dr. José Sócrates?

Mordomo – Eu? Eu não!!! Nem queria, não sei nadar!!!

Entr. – (confuso) Como, não percebi! O que tem isso a ver?

Mordomo – Tem tudo, a única coisa que os políticos sabem fazer é meter água!!!

Entr. - Bom, Sr.…

Mordomo – Constantino!!!

Entr. Bom, Sr. Constantino, foi um prazer falar consigo, apesar de não ser o primeiro-ministro!

Mordomo – Tenho muita pena, mas podia ter-me dito à mais tempo que queria falar com o patrão!!! Quer que o vá chamar?

Entr. - Não, não é preciso, acabou o meu tempo de antena!!!De qualquer forma obrigada!!!

Mordomo – Foi um prazer!!!

Entr. - E foi assim a nossa rubrica política!!! Até para a semana!!

Actividade 4

Entrevista a Bocage…

Entr – Bom-dia Sr. Bocage!

Bocage – Bom-dia menina!!

Entr. - Diga-nos lá, nasceu em que ano?

Bocage – Nasci a 15 de Outubro de 1765, em Setúbal.

Entr. – Como se chamam os seus pais?

Bocage – O meu pai chama-se José Luís Soares Barbosa e o nome da minha mãe é Maria Joaquina Lestof du Bocage.

Entr. – Tem irmãos?

Bocage – Sim, três.

Entr. – Alguma vez pensou seguir a profissão do seu pai?

Bocage – Não, nunca me passou pela cabeça exercer advocacia!!! Mas, confesso que talvez tenha herdado a paixão do meu pai pela escrita, pois ele também escreve, não sei se sabia…

Entr. – Sim, sim, mas como é que tudo se desenrolou na sua vida?

Bocage – Desde muito cedo que eu me entregava inteiramente à escrita, passei praticamente toda a minha infância a escrever. Mais tarde cresci e percebi, claramente, que a minha vocação era a escrita. Tive aulas de latim com D. João de Medina, para além de ter aprendido francês e italiano com o meu pai. Depois surgiu a tradução de livros, e como eu tinha um grande manejo com as línguas aproveitei ao máximo esta oportunidade!

Entr. – Sr. Bocage, sabemos, que numa fase mais prematura da sua vida envolveu-se muito com a boémia lisboeta, não é verdade?!

Bocage – É sim, realmente passei alguns anos da minha vida envolvido na boémia, mas depois ingressei numa viagem pelas terras que Camões visitou. Desde muito cedo que a literatura Camoniana me fascina, sou um fã assíduo de Luís de Camões e posso lhe dizer que foi a viagem mais emocionante da minha vida!!! Então, amenizei um pouco a minha vida de folia. Mas, quando regressei a Portugal, voltei a envolver-me na pândega, deixando-a muitos anos mais tarde.

Entr. – É bem visível que a admiração que tem por Camões interfere e muito na sua forma de escrever, não é?

Bocage – Sim, realmente!!! Tenho de admitir que considero Camões como o meu mestre, um modelo a seguir!!! Mas sei, à partida, que nunca conseguirei escrever versos que se possam igualar aos dele.

Entr. – Agora uma pergunta mais pessoal… Sr. Bocage, será que me poderia dizer quem foi a mulher que até agora mais amou? Qual foi a sua “mulher-fatal”?

Bocage – (risos) É realmente uma pergunta que só a mim me diz respeito, mas enfim… de todos os meus amores houve mulheres que me marcaram muito como a Marília, a Ritália… mas, o meu grande amor é, sem dúvida, a Gertrudes Homem de Noronha. Mas acho que isso se nota, avaliando o número de versos que lhe dediquei!!!

Entr. – Foi preso por ter uma opinião liberal, chegando até a influenciar o povo. Acabou por ser detido por este “delito” e quando saiu da prisão tinha mudado completamente de mentalidade!!! O que aconteceu, na realidade?

Bocage – A opinião que tinha antes de ser detido continuo a mantê-la, simplesmente tenho de a guardar só para mim. Dentro daquela prisão fui disciplinado e incutiram-me, sem qualquer alternativa, a religião. Até a minha forma de escrever, um tanto satírica, teve de mudar, caso contrário morreria à fome, ao frio e, quem sabe, nas forcas do cárcere da inquisição!!!

Entr. – Lembra-se das traduções que fez?

Bocage – É claro que sim. Traduzi os livros: “Os Jardins de Delille”; “As Plantas, de Castel”; “A Agricultura de Roset” e o “O Consorcio das flores”, epístola de Lacroix.

Entr. – E quanto às obras da sua própria autoria?

Bocage – Não escrevi muitos livros porque escrever poesia em versos perfeitos em rima e em métrica não é tarefa fácil e exige muito trabalho e empenho!!! Escrevi os livros: “I Volume das minhas rimas”, “Os Queixumes do pastor Elmano” e ”Idylios marítimos” publicados em 1971. Em 1799 publiquei o “II Volume das minhas rimas”, em 1804 o “III Volume das minhas rimas” e em 1805 publiquei “Os improvisos e os Novos improvisos”.

Entr. – Sr. Bocage, se pudesse deixar para os jovens leitores que, como o senhor, querem seguir a escrita, um conselho, qual seria?

Bocage – Dir-lhes-ia para não desanimarem, que continuem a escrever cada vez mais, ler cada vez mais obras e de autores variados para adquirirem muito vocabulário e, tal como eu fiz, lutem, corram atrás das vossas convicções e esforcem-se para alcançar os vossos sonhos!

Entr. - Obrigada Sr. Bocage por esta entrevista e por este conselho, que eu estou certa que vai ser aceite!

Bocage – Foi um prazer. Até à próxima!

Entr. – Até à próxima!!

Crónica

Actividade 1

  1. Nesta crónica é feita uma crítica, embora exagerada, à sociedade em geral, desde as famílias, os assassinos e o povo português em geral , as crianças, a morte…
  1. Depois dos filhos estarem criados, com o “canudo” na mão, não precisam mais dos pais. Então, à primeira oportunidade, saem de casa e não querem mais saber dos sacrifícios que os pais fizeram para os criar. É como se de algo descartavél se tratasse, embora todos nós acabemos por fazê-lo mais cedo ou mais tarde!!
  1. As frases que achamos mais engraçadas foram: “Mamam e fogem.”; “Os assassinos estrangeiros voltam ao local do crime: os portugueses nem sequer se dão ao trabalho de abandoná-lo.”; “Voltar a Portugal é como voltar a fumar: é maravilhoso e, ao mesmo tempo, horrível.”; “Por que é que as mulheres gostam dos homens? Como lésbica que sou nunca entendi.” Escolhemos estas expressões, porque nelas o Miguel Esteves Cardoso, de uma forma hiperbólica e humorística relatou uma realidade. Apesar desta crónica ser muito exagerada em todos os pontos e, em especial, nas frases supracitadas, têm um pouco de veracidade.
  1. "O homem que mordeu o cão"

Olha que há cada notícia!!! Então não é que o homem mordeu o cão!! E o pobre do cão teve o azar de não estar vacinado contra a raiva!!! E o pior de tudo é que o homem nem lavou os dentes, ele não tinha dentes: usava dentadura, que ficou presa na pata do pobre cão durante aquele acto!!!

O homem mordeu o cão e fugiu mas voltou ao local do crime para vir buscar a dentadura que era a única que tinha!!! O cão estava a receber assistência médica por um cirurgião que tinha assistido ao atentado!!

Quando o cirurgião viu o homem correu atrás dele para o morder e pobre homem nem teve tempo para ir buscar a dentadura!!! Enquanto o médico perseguia o homem o cão pediu boleia a um camião de fruta e fugiu com a dentadura.

Quando os dois indivíduos perceberam que o cão tinha fugido, correram atrás do camião para morder o cão. Mas o homem ficou desdentado e o médico com o equipamento todo no chão, porque não conseguiram apanhar o camião, onde ia o cão, que agora já comia a fruta porque tinha uma dentadura nova.

Actividade 2

As quatro frases que mais gostamos desta crónica foram: “Poucas pes­soas, até hoje, me impressionaram tanto como essa mulher que, ao rir, parecia feita de peças que se desencaixavam umas das outras e tombavam no chão em ruidozitos musicais. Ao ficar séria apanhava os fragmentos e reconstituía-se devagarinho: havia sempre um ou dois que ficavam fora do lugar.”; “A sua amizade estava cheia de pudor e atenção”; “Homem de grande coragem física e moral, abandonou o Partido Comunista numa honestidade admirável, que o deixou rente à miséria e sem lugar onde viver: nunca lhe escutei um lamento. E tinha o difícil dom da camaradagem limpa de cálculos.”; “Jorge Amado, pelo contrário, era uma bonacheirona alegria de viver.”

Resumo

Actividade 1

Albano Estrela, um antigo professor e o pioneiro nas ciências da educação em Portugal, escreveu o livro: “Estórias com Pedagogia Dentro”, onde revela que é o discípulo que faz o mestre e não o contrário. Albano, por medo ou talvez por amor, nunca deixou a escola e hoje, aposentado, participa num site educativo.

Actividade 2

“A galinha”

A família do narrador foi à feira. A mãe e a tia compraram uma galinha cada uma. Só que como só havia duas, puseram-se a discutir os preços e os defeitos das mesmas, acabando por trocá-las.

A tia pediu à mãe para guardar a galinha dela porque não ia directa para casa, mas quando a foi buscar, afirmou que a mãe trocara a sua galinha pela dela. Começaram a discutir novamente, e mesmo depois da tia sair da casa da mãe ainda trocavam insultos.

Pelo caminho a tia encontrou o pai e começou a insultá-lo também, até que chegou o tio e quase que a discussão acabava em pancadaria.

Actividade 3

A reunião dos ratos…

Ao cair da noite, os ratos da casa Costa reuniram-se no pátio (sótão) a fim de decidir o que fazer em relação às constantes perseguições por parte dos seus tão grandes “amigos” gatos.

Iniciou a sessão o rato José Azeitona com um enorme discurso de abertura. Depois de inúmeras participações chegaram a uma conclusão:

Rato J. Frank – (que era gago) Eu… eu.. a..a…aaaccho que…que… de… de…de…ví…ví...ví..ví…a..a..mos jun…jun… tar…mo…mo…nnnos to…to….to…dos e…ee…e… pren…pren…dê…dê…los!!!

Rato Rafael Gladiador – Eu acho que, vá lá, devíamos, vá lá, pôr um chocalho, vá lá!!! Assim quando, vá lá, os gatos se aproximassem, nós, vá lá, ouvíamos!!!

Rato José Penedo – Isto é matemático: Através da fórmula resolvente, onde “a” é a coragem do rato que lá for, “b” é o tempo que ele tem para o pôr, e “c” são as probabilidades de ter sucesso, chegamos à conclusão que “x” é um nº negativo, ou seja, ratamente impossível!!!

Rato Zé Rochedo – Eu acho que “debíamos” pensar noutra coisa qualquer. “Bamos” lá “ber”: a solução “deberia” passar pela construção de uma cofragem à “bolta” do gato. Depois “pintábamos” às riscas “vege” e “vranco” para ficar “vonito”!!!

Rata Miquelina Moira – Óóóó ratos, vá vá vá, vamos ao nosso site na Internet, www.ratezonline.no.sotao.pt e ponham as vossas opiniões no blogue e no fórum. Vá, vá, despachar, despachar!!!E tu, ó rato Rochedo não sabes falar ratez correctamente? Não é “debíamos”, é “devíamos” e não é “vranco”, é “branco”, sinceramente!!!

Rata Celeste Montanha – Na minha opinião acho que devíamos visualizar melhor no espaço…

Rato José Novelo – Mas afinal quem vai ser o rato valente que vai lá meter o chocalho? É preciso fazer um desenho?...

Mas este rato tão vivido ficou sem resposta…

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